O ano dessa bagunça é o futuro, as máquinas dominaram tudo, a culpada é a Skynet e as pessoas preguiçosas, coloca sua confiança num monte de sucata dá nisso, e agora estou eu e os sobreviventes, além do John Connor, estamos preparados e armados para a retaliação, e as máquinas chegam de surpresa, um deles diz a frase icônica: "Eu Voltei". E do alto uma máquina cai em cima de mim.
Neste momento acordo e grito SKYNET, e percebo que tudo foi apenas um sonho, tento dormir novamente, e nesta hora me lembro o motivo do sonho, prometi uma continuação, mas já se passou algumas semanas. Agora eu me levanto e vou direto pra cozinha, devo comer meu café da manhã, preciso ter fibras pra partir pro fight contra os malvados.
Antes de começar, quero pedir desculpas por não continuar a história certinho, também não é meu estilo, o fato de ser um herói acaba não facilitando muito, às vezes esqueço de me virar pra frente e dizer umas palavras pra vocês da quarta parede, mas estou fazendo isso agora, enquanto como meu cereal com leite, isso tá uma delícia. Se querem saber o quê aconteceu com aquele telepata que tava fazendo reféns, digamos que ele está fazendo companhia pro Mentis agora, outro telepata, a diferença é que este é mais convencido. A propósito não se preocupe com a ação, aqui do lado tenho uma rádio que capta a frequência da polícia, e também um grupo aqui no celular que se chama OS SALVADORES DO DIA, os heróis mantém antenados outros sobre qualquer lance do mal, e também tem zueira, a propósito sou muito zoado nesse grupo, e veja só isso, um meme só pra mim, tem a minha foto, o meu cabelo escuro, os meus olhos verdes, a minha pele lisinha e o meu sorriso que é o principal da minha beleza, e tem um textinho bacana escrito: NO NAME IGUAL A NO HERO. Nesse momento gostaria de achar o emoji com o dedo do meio pra cima, mas sou superior a isso, só preciso lembrar de citar as fraquezas dele, assim que eu vi o cara. Entretanto não estão aqui pra saber o quanto os heróis "gostam" de mim, isso foi apenas pra dividir o fato com alguém. Muito bem. Já comi meu café, estou mais do que pronto, tenho meu próprio meio para descobrir se tá rolando alguma coisa, um computador está ligado a maioria de câmeras da cidade, assim que identifica qualquer padrão de atividade suspeita, já sou alertado sobre o acontecimento, a propósito melhor da uma olhada no computador, e quem diria, parece que esses caras nunca dormem, temos um assalto ao banco, um assediador, perto da baia temos um vilão abrindo portais, além de um Kaiju/Monstro com estrutura de crocodilo e tentáculos, apenas mais uma manhã comum nessa cidade incrível. Acho que vou no unidunite. Fechar os olhos e uni subi te salame min...escolhi você. O assalto ao banco é o campeão, e dessa eu tiro de letra, ainda vai dar tempo de ameaçar cortar a salsicha do assediador, e quem sabe ajudar os heróis com os outros problemas grandes. Então o dia é cheio e melhor começar a correr, e graças a essa belezinha que chamo de Botas CV3, digamos que vou disparar mais rápido que bala, funciona a base de jatos de ar, a cada contato com o chão, um nível de ar é disparado por canos que se localizam na parte inferior, e a consequência é um impulso considerável pra frente, então imagina alguém correndo pulando, só que mais rápido e o salto percorrendo a uma distância maior, neste caso vai conseguir ter uma noção de como acontece, a primeira tentativa tinha dado errado, já que nem saia o jato, acabou sendo só um sapato com decoração interessante, o segundo queimou após uma hora de uso, a sorte minha que não estava usando naquele momento, mas esse protótipo chegou a maravilha de 250 km/h, espero que esse que vou usar não vá explodir. Enquanto me ouvia falar sobre a Bota CV3, já tinha trancado a porta de casa, também peguei minha espada com IA da bainha, colocado na cintura e descido pra rua, e agora é a hora de correr. Começando como uma corrida normal, então ir com mais rapidez, e chegar ao limite do ser humano, o mais longe de todo seu esforço, às vezes eu gosto de me desafiar, quando chegar a essa barreira. Eu vou quebrá-la e ir ALÉM.
Isso vai ser incrível - falo pra vocês. - Aumentar CV3.
O comando de voz inicia o processo, os jatos de ar começam a me impulsionar, a cada passo é como se pudesse dar um salto e voar, depois de poucos metros, a diferença é notável, ultrapassando carros, motos e ônibus, nunca mais vou ter que pegar esses veículos, esta versão sem dúvidas superou a segunda, mesmo sem velocímetro, tenho certeza que estou bem mais que 250km/h, posso sentir isso, o vento passando mais forte pelo corpo, a atenção mais que redobrada do quê da última vez, reduzindo meu tempo de reação, cobrando respostas rápidas das minhas ações, adrenalina correndo por mim em alta dose pelas, por fim uma sensação incrível de liberdade. Descreveria mais se pudesse, mas caramba…vira a esquerda, pelo meio dos carros, cuidado com as motos, os veículos que vem dos lados, semáforo dando vermelho, pedestre passando, e estou rápido demais, só existe uma solução.
Liberação média.
Outro comando de voz que libera um jato mais forte de ar, serve para situações dessas, o jato é forte o suficiente pra me elevar alguns metros do chão, então sabem o quê aconteceram, literalmente saltei por cima de uma moto e dos pedestre na rua, e continuo nessa velocidade disparada, um detalhe de nada, isso tudo aconteceu em questão de segundos. Vou ter que parar de falar com vocês por um instante, precisa de muito foco com essa velocidade. Estou de volta e agora numa pista que mal tem veículo, nesse tempinho que passou, aproveitei a corrida e tratei do estuprador, fazendo ele desmaiar por um tempo, quando acordar vai ter uma surpresa, e agora falta só uns quilómetros para chegar ao banco, a parte ruim é que o jato de ar já acabou, então estou correndo normalmente, e tem uma pessoa na minha frente acenando pra mim, pode ser algum fã meu, este seria o primeiro, infelizmente não vou poder dar atenção que merece. Passo pela pessoa que diz meu nome de herói.
No Name - diz o rapaz.
Estou com pressa - eu falo. - Se quer algo de mim, então corra comigo.
Pare - escuto ele dizer.
Então eis que meu corpo fica sem movimento, apenas minha cabeça fica com uma certa mobilidade, como se eu estivesse paralisado, esse cara não parece nenhum dos vilões que eu já enfrentei, talvez seja um novo, mas como vou com…
Não se preocupe isso - diz a pessoa. - O meu propósito não é lutar contra você.
Então o quê você quer?
Ele me respondeu com outra pergunta
O quê um criador quer com sua criatura?
Já entendi tudo - falei. - Você é um louco.
A pessoa some atrás de mim e então aparece na minha frente, um feito de teletransporte.
Bu.
Você é o fantasminha camarada? - brinquei com ele.
Estava cara a cara com ele, um rapaz que aparenta ter seus vinte e poucos, olhos castanhos puxado pro escuro, as sobrancelhas juntas, formando uma monocelha, barba até perto do pescoço e os cabelos meio encaracolados.
Acho que é a descrição mais detalhada que posso dar sobre mim mesmo - falou ele.
Que truque é esse? Se não quer lutar comigo, então não me atrapalhe.
Ele deu uma risada
Te atrapalhar - ele levantou a mão e mexeu o indicador em negativa. - Não. Eu vim para ajudar.
Então que tal devolver meus movimentos? - perguntei.
Pode deixar - ele repondeu. - Eu só peço que preste atenção no que vou falar.
Então encostou o dedo em minha testa, e os meus começaram a voltar ao normal, esperei um pouco até ter certeza que meus movimentos tinham voltado, movimentando levemente cada membro, e me preparando pra correr ou atacar, mas fica ouvindo esse cara, isso não está nos meus planos, então sem perder tempo, voltei a correr e deixei o estranho comer poeira. O problema é que esse estranho começou a revelar mais truques, a cada metro eu via ele, isso porque não era só um cara, talvez fosse uma ilusão, ou algum tipo clonagem, o fato é que a rua estava quase cercada por esse cara, dezenas de estranhos e aumentava.
Vejo que…- disse um deles.
Você não entende…- continuou o outro.
O que é prestar atenção. - completou mais um.
Mas já quer chegar ao banco tão depressa - ouço ele atrás de mim. - Vou lhe dar um empurrãozinho.
Senti uma força tremenda me empurrando pra frente, e foi no intervalo bem curto, mas por um momento vi tudo um grande borrão de cores cinza, azul, amarelo e verde, e quando aquilo acabou, já estava na porta do Banco. O mesmo garoto apareceu na minha frente, a única diferença era que agora estava sem barba, mas tinha algumas pequenas que não havia tirado, passou um segundo depois e já parecia tinha crescido em questão de poucos segundos.
Alguns segundos pra você - ele disse. - Dias pra mim.
Você tá querendo dizer que o seu tempo é diferente do meu!
Não dá pra ficar explicando - ele disse. - É hora de uma parada de nível Doutor Estranho.
Ele encostou o dedo indicador na minha testa, então a escuridão se tornou minha visão, quando voltei a enchergar, já não estava mais no banco, o quê via era as mãos de uma pessoa digitando em seu celular, a cada vez que via parecia uma história, tinha um tal de Loki numa história, outra em que um garoto era escolhido pra salvar mais de um universo, quando os verdadeiros escolhidos tinham desistido e decido que um garoto qualquer iria ter esse fardo, isso é muito doido, e então chegou a uma história que chamou minha atenção, porque lá estava essa pessoa escrevendo uma história, através de palavras descrevendo os acontecimentos do Assalto ao Banco, onde tinha o Planejador, logo em seguida ele tava descrevendo minha luta contra o Telapata Mentis e até o quê está acontecendo... agora? Mas como? Que truque é este?
Então minha visão apaga mais uma vez, e quando a visão é devolvida, o que vejo é um quarto modesto, uma cama onde pareço estar sentado na beirada da cama encostada perto da parede, onde tem uma janela com cortina com listras pretas, um tapete confortável e grande no chão, uma estante com livros e caixas, então vejo o estranho bem na minha frente sentado em uma cadeira de plástico, a sua barba tinha voltado ao normal, o cabelo estava maior e bagunçado, a sua vestimenta também havia mudado, uma roupa azul escura e short quase da mesma. Então ele levanta um pouco o olhar junto com seu celular e diz:
Agora você me vê - fala fazendo uma pausa entre as palavras.
A minha visão volta ao meu mundo, e estou de volta em frente ao Banco, totalmente pasmo com que acabei de sentir, posso jurar que até me senti naquele corpo por um momento, aquele garoto que escreve várias histórias e a minha também, o fato é que ainda não entendi o quê…
O quê eu quero de você? - o garoto completou meu pensamento. - Eu quero que você me encontre.
E depois faço o quê? - isso era apenas uma de milhares de perguntas.
Digamos que vai ser uma surpresa - ele disse e sua imagem começou a desaparecer. - Antes de partir. Vou deixar um presente com você, só precisa checar o seu bolso.
Eu mexo no meu bolso e encontro um relógio de pulso que tem um brilho verde, aquilo só me deixa mais confuso, mas algo me diz que ele vai explicar essa parada.
Ainda nessa história - ele disse. - Você deve quebrar o relógio em doze partes.
Espera um pouco - pedi ao garoto. - Ainda tenho muitas dúvidas. Você é realmente meu Criador? Quem é o seu Criador? Porque você me criou? Qual o sentido disso tudo?
Infelizmente ele sumiu no ar, deixando eu falando com o nada, mas que incrível esse criador, só chega e troca umas palavras, acaba revelando algumas informações e ao mesmo tempo parece ocultar, todo esse lance de mistério é muito chato, mas eu terei minhas respostas, só que não pode ser agora, o banco está sendo assaltado, e sendo a realidade falsa ou verdadeira, isso não vai mudar o fato que terei insônia se não salvar esses reféns. O responsável por isso tudo, está com uma máscara que parece uma parte de tabuleiro de xadrez, segurando uma AK44 modificada, está com uma roupa branca, colete tático por cima, uma calça escura, onde vejo guardado no coldre, uma arma e dois pentes do lado, e por fim uma katana guardada na bainha. Esse cara tá pronto pra festa, só vou agitar um pouco mais. Chego até a porta e abro como se fosse um dia normal, e pra mim é um dia normal.
Parece que a cada semana vocês tem que repetir o padrão de roubar bancos - falei assim que entrei.
A minha chegada foi recebida com uma enxurrada de tiros em minha direção, ainda bem que havia me preparado para situações assim, criando o sistema chamado "Perfeita Defesa", um campo de força que se faz um domo a minha volta contra qualquer ataque mortal. Antes essa sistema, só protegia ataques frontais, então nem se poderia chamar de Perfeita, só que com mais recursos e dinheiro, consegui fazer dela o quê é hoje, então os projéteis só chegaram a alguns centímetros antes de serem destruídos, explodiram em pequenas fagulhas, detalhe a ser mencionado que nem todas vieram em linha reta, várias desviaram seu trajeto em pleno ar, apenas para me acertar em todas as direções possíveis, o som delas atingindo é igual quando uma pedra bate no telhado, incomodou só por um momento, pois o cara desistiu de atirar.
No Name - a sua voz estava sendo alterada digitalmente, parecendo misteriosa e imponente. - Eu não podia esperar menos de alguém cheio de truques.
Pode me chamar de mágico - eu falei. - E como eu posso te chamar?
Não existe necessidade de nomes.
Esta bem.
O quê você acha de lutarmos de igual pra igual? - disse ele enquanto tirava a espada da bainha.
As balas fazendo curva me dizem que você não vai honrar o acordo.
Uma pessoa sem honra - Raitin falou.
Raitin é a Inteligência Artificial que coloquei na espada, e pode ser localizada no cabo da espada, uma breve explicação para aqueles que não sabem. Estou falando com vocês. Será que o quê acabou acontecendo foi a quarta parede interagindo comigo? Será que foi alguma Ilusão? Apesar de quê foi tão real, esse garoto que apareceu me mostrando um monte de coisas, mas no que se tá pensando, este não é o momento de indagações, preciso estar focado na situação que estou enfrentando.
Então já bolou um plano pra me deter? - perguntou pra mim. - Permita deixar a situação mais interessante.
Então ele joga a AK-47 no chão e a pistola também, ficando apenas com a katana, então o desconhecido coloca a mão no bolso, e retira um cilindro metálico com um botão vermelho, o seu dedo já está pressionado no botão. A minha experiência já estava em alerta sobre uma possível bomba, geralmente ficam presas a um dos reféns, até mesmo no próprio local, colocado em lugares estratégicos, mas não estou conseguindo identificar onde está localizado.
Está procurando por algo? - algo me dizia que ele estava brincando comigo - Talvez bombas que não estão em lugar nenhum.
Tudo é possível - disse enquanto continuava analisando a situação. - Entretanto você não é um dos ladrãozinhos comuns que enfrento. Deve ter planejado algo mais elaborado.
E menos destrutivo - falou o mascarado. - Eu fiz a maioria tomar pílulas com veneno, e são ativadas quando aperto esse botão - ele balançou o cilindro com o botão vermelho. - Então se você lutar comigo e usar truques, a morte de todos será a consequência. Entretanto, se você lutar comigo sem truques, pode ter a chance de pegar o antídoto de mim a tempo. Você tem exatamente nove minutos e vinte seis segundos, vinte e cinco…
Conseguimos cuidar de alguém da sua laia sem truques - Raitin se pronunciou. - Seu desonrado. DESONRADO.
Eu não conseguia enxergar outra opção, ainda mais que o cara continuava a contagem, o quê dificultava de eu me focar, talvez ele estivesse mentindo, mas não podia arriscar, e o tempo que tinha talvez poderia improvisar, tinha nove minutos e quinze segundos. Eu fiz um avanço em sua direção, e quando estava a três passos dele, tirei minha espada da bainha rapidamente.
- Primeiro round - eu gritei.
Ele tirou a espada com a mesma rapidez, assim bloqueando um ataque que eu ia desferir de baixo pra cima, o som do impacto soou naquele lugar, o mascarado respondeu a altura, num ataque que atingiria minha cabeça, mas a minha katana já estava posicionada acima, bloqueie seu ataque e afastei um passo, para logo em seguida avançar dois passos e fazer uma série de ataques, foquei em ataques na laterais, mas também alternando em ataques que poderia atingir seu pescoço, tudo com intuito de observar como era sua defesa, o meu adversário não me decepcionou, já percebi que esse ladrão é bom espadachim. As lâminas batiam e faziam seu som, e nossos movimentos eram executados de forma rápida e dando poucos segundos para pensar, ataques que são desferidos, outros que são defendidos, o nosso ritmo continua sendo cada vez mais rápido e intenso, atacando com tudo e sem deixar a guarda baixa, avanço mais uma vez, golpeio o flanco direito, defendo outro ataque, miro em direção ao pescoço novamente, outro ataque na lateral, defendo mais um que vai em direção a minha cabeça, e olha que ela nem tá a prêmio, tento o flanco esquerdo e quase levo meu primeiro ataque, atingiria uma das minhas pernas, defendo a centímetros, só que esse movimento deixou meu rival mais confiante, então ele baixou a guarda, foi quando ele foi fazer um ataque frontal, e num movimento rápido, acabei desarmando o mascarado, ficando com sua espada numa mão e na outra a minha pressionado contra sua garganta.
- Tinha que ser você - o mascarado disse. - O incrível herói sem poderes, estava esperando por essa luta contra você. Sou um admirador de quem…
- Pode continuar seu falatório quando me der o antídoto
- E estragar a diversão - ele falou. - Ainda mais que você ainda tem cinco minutos e doze segundos, isso é tempo suficiente. Que tal continuarmos sem armas?
- Que tal eu cortar sua garganta? - tentei parecer o mais sério possível.
- Isso não é uma ameaça pra mim - ele falou. - Me matar só vai mandar tudo para os ares. Existe uma bomba que coloquei que é conectada a este relógio, este relógio monitora os meus sinais vitais.
- Já entendi - falei pra ele. - Se os seus batimentos pararem, isso vai significar o BOOM da bomba.
- Você fez sua lição - ele pressionou sua garganta contra a lâmina. - Então me matar pode ser uma péssima escolha e heróis não matam, ao menos na maioria das vezes.
- Qual é seu jogo? CADÊ O ANTÍDOTO?
- Não importa qual é meu jogo - respondeu. - O quê importa é que você vai jogar, pois estou com a vantagem.
- Vamos jogar - então num movimento rápido tirei a espada de seu pescoço e ataquei com a outra espada, assim cortando a máscara ao meio. - Mas antes vamos ver quem a máscara esconde.
Qual não foi a minha surpresa ao notar com quem estava lutando, assim que a máscara caiu no chão e revelou a pessoa, pude perceber que o meu rival estava a dez passos na minha frente, porque todo esses minutos que passaram, estava lutando com uma refém, o seu olhar assustado me encarava, a fita em sua boca impedia os gritos que queriam sair. Assim que eu tirei a fita, ela falou tudo de uma vez.
- Me ajuda - ela estava desesperada. - Ele também me envenenou. Não queria lutar contra você, mas aquela máscara me controlou ou algo assim - as lágrimas escorriam pelo rosto. - Estou sentindo que vou morrer, mas eu não estou pronta. Os meus filhos...a minha família...porque eu não aproveitei o tempo? Por favor, ajude-nos.
- Tenha calma que eu vou dar um jeito nisso.
